A juíza federal Sherilyn Peace Garnett condenou o médico Mark Chávez a oito meses de prisão domiciliar e ordenou que ele cumpra 300 horas de serviço comunitário, informou o Departamento de Justiça dos EUA.
O médico, um dos cinco envolvidos no caso da morte do ator, se declarou culpado em outubro de 2024 devido a uma acusação de conspiração para distribuir o medicamento anestésico cetamina.
Chávez admitiu que obteve fraudulentamente a cetamina que depois vendeu ao médico Salvador Plasencia, que acabou entregando a droga a Perry semanas antes de ele morrer por overdose.
A promotoria afirmou que Plasencia entrou em contato com Chávez para que ele conseguisse a cetamina por meio da clínica que o médico hispânico tinha em San Diego, no estado da Califórnia.
Em 28 de outubro de 2023, Perry foi encontrado inconsciente em uma banheira de hidromassagem em sua casa em Los Angeles, aos 54 anos de idade, e o laudo da autópsia revelou que ele morreu devido aos efeitos da cetamina.
O Departamento de Justiça dos EUA acusou cinco pessoas, incluindo os dois médicos e o assistente pessoal de Perry, Kenneth Iwamasa, de pertencerem a uma rede criminosa clandestina responsável pela distribuição de grandes quantidades de cetamina.
A promotoria afirmou que os acusados se aproveitaram dos “problemas de dependência” de Perry para lucrar com ele e “enriquecer”. Os cinco aceitaram acordos de confissão de culpa.
Chávez é o segundo condenado pela morte do ator. Plasencia foi condenado no início do mês a 30 meses de prisão, após admitir ter distribuído 20 frascos de cetamina, comprimidos do medicamento e seringas a Perry e Iwamasa nos meses de setembro e outubro de 2023.
Iwamasa, que admitiu ter injetado a droga em Perry, e Erik Fleming aguardam sentença em janeiro.
Jasveen Sangha, conhecida como “rainha da cetamina” e a última a admitir culpa em relação à morte do ator, tem sua sentença marcada para fevereiro de 2026.
*Com informações da Agência EFE
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